domingo, 28 de março de 2010

DIFICULDADES DA APRENDIZAGEM
ALUNA: Waldeni Monteiro Fontes
Licenciada em Ciências Biológicas – ULBRA- 2006/1
Pós-Graduando – Metodologia de Ensino para Educação Básica
Docente: Profª. Ms. Cristiane de Quadros Mansanera waldenif@hotmail.com


RESUMO: este trabalho tem o objetivo de apresentar estudos relacionados sobre dificuldades de aprendizagem, realizado em sala de aula sob a forma de discussões e leituras. Quanto à dificuldade de aprendizagem, abre se um leque bem amplo, dentre os quais são mencionados os seguintes: Distúrbio da aprendizagem, sinais de transtorno da aprendizagem, transtorno por defict de atenção e hiperatividade, critérios diagnósticos, impulsividade.

Palavras-Chave: dificuldade de aprendizagem, dislexia, hiperatividade, defict de atenção.


1- INTRODUÇÃO

A aprendizagem e a construção de conhecimentos são processos naturais e espontâneos do ser humano. A aprendizagem escolar é considerada um processo natural, resultante de uma complexa atividade mental, na qual o pensamento, a percepção as emoções, a memória a motricidade e os conhecimentos prévios são envolvidos e dessa forma as crianças sentirão o prazer em aprender. O estudo da dificuldade de aprendizagem humana é desenvolvido pela psicopedagogia, quando é considerado as realidades internas e externas da criança, utilizando as varias áreas de conhecimento, sendo os mesmos integrados e sintetizados nesta área de desenvolvimento. Na aplicação destes conhecimentos e nesta integração, são desenvolvido os processos cognitivos, emocionais, orgânicos, familiares sociais e pedagógicos que determinam a condição do sujeito dando-lhe acesso a aprendizagem de forma prazerosa. Atualmente a política educacional prioriza a educação para todos e a inclusão de alunos que, a pouco tempo eram excluídos do sistema escolar, por portarem deficiências físicas ou cognitivas, mas hoje são incluídos no sistema e obtendo sucesso na aprendizagem e desenvolvimento social. As dificuldades de aprendizagem podem ser consideradas uma das causas a conduzir o aluno ao fracasso escolar. Pois vale observar e analisar que, as dificuldades não são somente por parte do aluno pode ser da escola também, quando as vezes não oferece uma boa condição de ensino. Por isso muitas vezes o fracasso do aluno poderá ser entendido como um fracasso da escola, por não saber lidar com a diversidade dos alunos que tem. É importante que o professor atente para as varias formas de ensinar, pois há muitas maneiras de aprender.

2-DESENVOLVIMENTO

2.1 - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Na dificuldade de aprendizagem nos deparamos com: a deficiência, que se define como ausência ou disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica, que diz respeito à biologia da pessoa. Também se refere à pessoa que está sob amparo de uma determinada legislação. Mesmo sendo impróprio o termo deficiente, a pessoa com deficiência tem direito a atendimento especial. A educação especial tem sido uma das áreas que tem desenvolvido estudos com finalidades de oferecer bons atendimentos a tais pessoas. A educação passou a ter atendimento para pessoas com necessidades educacionais especiais, que inclui as pessoas com deficiências além das necessidades comportamentais emocionais ou sociais.

2.2 - DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM

O distúrbio ocorre a nível de sistema nervoso central e é interno, é da própria criança provindo do seu sistema nervoso ou psicológico. Podemos mencionar alguns como: a dislexia com suas classificações ou distúrbio da leitura,

2.3 – DISLEXIA

É um distúrbio especifico da leitura, distúrbio neurológico de origem congênita que acomete crianças com potencial intelectual normal, sem deficts sensoriais, com suposta instrução educacional apropriada e que não conseguem adquirir ou desempenhar satisfatoriamente a habilidade para leitura ou escrita. É frequentemente caracterizada pela dificuldade na aprendizagem da decodificação das palavras, na leitura e na fala. Pessoas disléxicas apresentam dificuldade na associação do som, da letra, é de costume fazer a troca de letras como b por d e até escrevê-las na ordem inversa. No sentido espacial é de costume trocar a direita com a esquerda, podendo ser confundido com déficit de atenção /hiperatividade, dispraxia, discalculia ou disgrafia, por serem de sintomas parecidos. As causas físicas da dislexia tem uma sugestão de origem genética, outro fator que tem sido estudado é a exposição do feto a doses exageradas de testosterona, hormônio masculino durante a sua formação,. A dislexia pode também ser explicada por causas físico-quimicas, durante a gestação, é uma condição que manifesta por toda a vida não constatando a cura. Em alguns casos remédios e estratégia de compensação auxiliam os disléxicos a conviver e superar suas dificuldades com a linguagem escrita. As causas de má formação congênita devem ser corrigidas por meio de cirurgia e tratamentos medicinais. Muitas dessas causas tem a ver com alterações do sistema crânio sacral que precisa ser detectadas e corrigidas, há outras causas que se referem ao sistema proprioceptivo, ainda não confirma cura desse mal.
Existem vários fatores que influenciam a dislexia, dentre os quais podemos citar, os padrões de movimentos oculares. Outros fatores bem mencionados como: familiaridade, freqüência, idade da aquisição, repetição significado e contexto, regularidade de correspondência entre ortografia - som ou grafema-fonema e interações. Segundo DUBOIS, 1993, p. 197, a dislexia é um defeito de aprendizagem da leitura caracterizado por dificuldades na correspondência entre símbolos gráficos e que as vezes mal reconhecidos, e fonemas muitas vezes mal identificados. Ainda segundo DUBOIS, a dislexia não é uma doença, mas um fracasso inesperado ou mesmo um defeito na aprendizagem da leitura, sendo pois, uma síndrome de origem lingüística. As causas ou etiologia da síndrome disléxica são varias e dependem do enfoque ou da analise do investigador para detectá-las. Muitas das causas da dislexia resultam de estudos comparativos entre disléxicos e bons leitores. Podem ser citadas algumas causas como: hipótese de déficit perceptivo, hipótese de déficit fonológico, hipótese de déficit na memória. Os investigadores na área de psicolingüística aplicada a educação escolar apresentam a hipótese de déficit fonológico, como a que justificaria o aparecimento de disléxicos com confusão espacial e articulatória. São considerados como sintomas da dislexia relativos à leitura e escrita, os seguintes erros: confusão de letras simétricas, confusão por rotação e inversão de silabas, confusão por proximidade articulatória e seqüelas de distúrbios da fala, omissão de grafemas e omissão de silabas. Algumas características lingüísticas que envolvem as habilidades de leitura e escrita , mais marcantes das crianças disléxicas são:
- acumulação e persistência de seus erros de soletração, ao ler e de ortografia ao escrever.
- confusão entre letras, sílabas ou palavras com grafia similar, mas com diferente orientação no espaço como: b-d; d-b; d-q; n-u; w-m; a-e;
- confusão entre letras que possuem um ponto de articulação comum, e cujos sons são acusticamente próximos: d-t; j-x; c-g; m-b-p; v-f;
- inversões parciais ou totais de silabas ou palavras me- em; sol-los; som-mos; sal-las; pal-pla.
Segundo CONDEMARIM (1987, p.23) outras perturbações da aprendizagem podem acompanhar os disléxicos como:
Alterações na memória, alterações na memória de séries e de seqüência, orientação direita-esquerda, linguagem escrita, dificuldades em matemática, confusão com relação as tarefas escolares, pobreza de vocabulário, escassez de conhecimento prévios(memória de longo prazo). Nesses casos mencionados podem ser indicados algumas causas ou fatores de ordem pedagógico-linguistico que favorecem a aparição das dislexias, são indicadas as seguintes:
- atuação de docente não qualificado, para o ensino da língua materna, como exemplo um professor (a) sem formação superior na área do magistério escolar, ou sem a formação pedagógica em nível médio, pois o mesmo desconhece a fonologia aplicada a alfabetização ou conhecimento lingüístico metalingüísticos aplicados aos processos de leitura e escrita. Por tais ocorrências podemos obter os seguintes resultados:
- crianças com tendências a inversão;
- crianças com deficiência de memória de curto prazo;
- criança com dificuldades na discriminação de fonemas ( vogais e consoantes);
- vocabulário pobre;
- conflitos emocionais e meio social;
- crianças com dislalia;
- crianças com lesão cerebral.
A dislexia como dificuldade de aprendizagem, verificada na educação escolar, é um distúrbio de leitura e de escrita que ocorre na educação infantil e no ensino fundamental. No caso de adulto tais dificuldades quando ocorrem depois de um acidente vascular cerebral, ou traumatismo cerebral, dizemos que se trata de dislexia adquirida. O diagnostico da criança disléxica deve ser feito e confirmado por um neurolinguista e pelo professor da língua materna, com formação na área de letras e com habilitação em pedagogia. Como a dislexia é um dos distúrbios mais acentuados na área da educação, podemos citar alguns desses casos:

2.3.1 - Dislexia fonológica

Caracterizada por uma dificuldade na leitura oral de palavras pouco familiares, já que a dificuldade encontra-se na conversação /letras e som, a mesma é normalmente associada a uma disfunção do lóbulo temporal.

2.3.2 - Dislexia diseidética ou visual

É uma dificuldade na leitura, caracterizada por um problema de ordem visual, ou seja, o processo visual é uma deficiência, está associado a uma disfunção no lóbulo occipital.este leitor lê por meio de um processo extremamente elaborado de analise e síntese fonética. Quando não ocorre o reconhecimento visual é necessário que ocorra a decodificação, depois faz-se o registro na memória através do sistema semântico nesse caso precisamos de memória de longo prazo, a qual é consolidada durante o sono.



2.3.3 - Dislexia mista

É caracterizada por leitores que apresentam problemas dos dois subtipos (disfonética e deseidético) sendo associado as disfunções dos lóbulos prefrontal, occipital e temporal, neste caso a criança lê silabado.

2.4 – DISLALIA

É um distúrbio da fala caracterizado pela dificuldade em articular as palavras. Basicamente consiste na má pronuncia das palavras, seja omitindo ou acrescentando fonemas, trocando um fonema por outro e as vezes fonema por silabas, ou até mesmo distorcendo-os. Os sintomas da dislalia consistem em omissão, substituição ou deformação dos fonemas. A palavra do dislálico é fluida, podendo ser até ininteligível e o desenvolvimento da linguagem chega a ser normal ou levemente retardado. Até os quatro anos os erros na linguagem são normais, mas depois dessa fase a criança pode ter problemas se continuar falando errado. A dislalia, troca de fonemas (sons e letras), pode afetar também a escrita. Alguns fonoaudiólogos consideram que a dislalia não seja um problema de ordem neurológica mas de ordem funcional. Segundo eles o som alterado pode se manifestar de diversas formas, havendo distorções de sons muito próximos, mas diferente do real. Como exemplo trocar máquina por mánica. Dificuldades na linguagem oral, que pode interferir no aprendizado da escrita. A criança omite fazendo a substituição ou mesmo acréscimos de sons, como exemplo apresentamos:
Omissão: tomei-omei
Substituição: barata – balata
Acréscimo: atlântico – atelântico.
Quando não se encontra nenhuma alteração física a que possa ser atribuído a dislalia, esta é chamada de dislalia funcional, nesses casos pensa-se em hereditariedade, imitação ou alterações emocionais e entre essas nas crianças, é comum a dislalia típica dos hipercineticos ou hiperativos.


2.5 DISGRAFIA




2.6 – DISCALCULIA

Definido como uma desordem neurológica especifica que afeta a habilidade de uma pessoa de compreender e manipular números. Pode ser causada por um déficit de percepção visual. Esse termo discalculia, é usado frequentemente ao consultar especificamente a inabilidade de executar operações matemáticas ou aritméticas. É definido por alguns profissionais educacionais como uma inabilidade mais fundamental para conceitualizar números como um conceito abstrato de quantidades comparativas. É uma inabilidade menos conhecida, e ocorre em pessoas de qualquer QI, mas significa que tem frequentemente problemas específicos com matemática, tempo, medida etc. não é rara e.há evidencias de que a discalculia pode ser hereditária. Essa palavra é relacionada cálculos, é portanto um impedimento da matemática, atinge crianças e adultos. Pode ser detectada em uma idade nova e medidas podem ser tomadas para facilitar o enfrentamento dos problemas dos estudantes mais novos. O problema principal esta em compreender que o problema não é a matemática e sim a maneira que é ensinada as crianças. A discalculia é menos conhecida dos tipos de desordens de aprendizagem e assim não é reconhecida frequentemente. Alguns sintomas mais freqüentes da discalculia:
- dificuldades com os números e confusão de sinais.
- problema em diferenciar entre esquerdo e direito;
- falta de senso de direção (para o norte, sul, leste e oeste) e dificuldade com o compasso;
- inabilidade de dizer qual dos dois números é o maior;
- dificuldades com tabela de tempo;
- dificuldades com tarefas diárias como verificar a mudança e ler relógios analógicos;
- a inabilidade de compreender o planejamento financeiro ou incluir no orçamento nivelar as vezes em nível básico, como estimar o custo dos artigos em uma cesta de compras.
- dificuldade mental de estimar a medida de um objeto ou de uma distancia por exemplo se algo esta afastado 10 ou 20 metros
- inabilidade de aprender e recordar conceitos matemáticos, regras, formulas e seqüências matemáticas;
- dificuldades de manter a contagem durante o jogo.
Tais circunstancias podem conduzir em casos extremos a uma fobia da matemática e de dispositivos matemáticos, (por exemplo, números), por isso é importante que o professor trabalhe bem esse lado a fim de resgatar esses alunos o quanto mais cedo, para não se tornarem vitimas da fobia matemática.

2.7 - TRANSTONO POR DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

Déficit é apresentado pela diminuição na capacidade de desempenhar determinada ação. O Transtorno do déficit de atenção com hiperativide (TDAH), é um transtorno neurobiológico, inicialmente vinculado a uma lesão cerebral mínima. A doença nasce com o individuo, e já aparece na pequena infância, quase sempre acompanhando o individuo por toda a sua vida. Esse transtorno se caracteriza por sinais claros e repetitivos de desatenção, inquietude e impulsividade, mesmo quando o paciente tenta não mostrá-lo. Alguns estudiosos caracterizam o TDAH de problema de saúde mental que tem como características básicas a desatenção, a agitação e a impulsividade., podendo levar a dificuldades emocionais de relacionamentos, bem como o baixo desempenho escolar. Alguns sintomas relacionados a desatenção são:
- não presta atenção a detalhes
- tem dificuldades para se concentrar;
- não presta atenção ao que lhe é dito por alguém.
- tem dificuldades em seguir regras e instruções;
- desvia a atenção com outras instruções;
- não terminar o que começa;
- ser desorganizado;
- evitar atividades que exija um esforço mental continuado;
- perder coisas importantes;
- distrair – se facilmente com coisas alheias ao que está fazendo;
- esquecer compromissos e tarefas;
- problemas financeiros;
- tarefas complexas se tornam entediantes e ficam esquecidas;
- dificuldades em fazer planejamento de curto ou de longo prazo.

Sintomas Relacionados a Hiperatividade / Impulsividade
- ficar remexendo as mãos e ou os pés quando sentado;
- não permanecer sentado por muito tempo;
- pular correr excessivamente em situações inadequadas;
- ser barulhento em atividades lúdicas;
- ser muito agitado;
- falar em demasia;
- responder as perguntas antes de concluídas;
- ter dificuldades de esperar a sua vez
- intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.
Para de diagnosticar um caso de TDAH, é necessário que o indivíduo apresente no mínimo seis dos sintomas de desatenção ou seis dos sintomas de hiperatividade, alem disso os sintomas devem manifestar – se em pelo menos dois ambientes diferentes e por um período superior a seis meses. As pesquisas têm apresentado como possíveis causas de TDAH a hereditariedade, problema durante a gravidez ou no parto, exposição a determinadas substancias pesadas, ou problemas familiares como: funcionamento familiar caótico, alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução, baixo nível sócio econômico, ou famílias com apenas um dos pais. Alto grau de agressividade nas interações familiares pode contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de oposição desafiante nas crianças. O diagnóstico do TDAH é fundamentalmente clinico, podendo se feito por profissional que conheça profundamente o transtorno e uma vez diagnosticado, o tratamento baseia-se em medicação se necessário e acompanhamento psicológico e fonoaudiológico ou psicopedagógico. Somente um médico e preferencialmente psiquiatra ou psicólogo, devera caracterizar uma criança de portadora de TDAH, os mesmos podem avaliar e confirmar a suspeita de outros profissionais de áreas afins como fonoaudiólogos, educadores e psicopedagogos e encaminhar a criança para o devido diagnostico.


2.8 – CONCLUSÃO

Na infância e adolescência é freqüente a presença de dificuldades escolares, podendo em alterações como: agitação passividade, inibição, falta de atenção e aproveitamento escolar abaixo do esperado. Os distúrbios de aprendizagem podem ser parciais, quando a criança apresenta pouco aproveitamento em uma disciplina, mas vai bem nas demais. O aprendizado engloba varias áreas tais como: memória, pensamento, compreensão, comunicação orientação espacial e depende principalmente de aspectos emocionais como autonomia segurança auto-estima e sociabilidade. É importante observar o inicio do aparecimento dos problemas de aprendizagem, pois uma dificuldade de aprendizagem faz parte desta aquisição de conhecimento, podendo prejudicar o desenvolvimento da criança. Cada criança tem um rítimo que depende de sua assimilação, não se pode restringir aprendizagem à questão de inteligência ou de competência, pois aprender faz parte do desenvolvimento de cada criança. A aprendizagem esta sujeita à relação estabelecida com o desejo de saber, com a posição diante da situação ativa ou passiva do adolescente ou da criança. Não se trata portanto, de uma característica inata, exige bastante atenção para que a criança não estigmatizada como quem não sabe, que não tem inteligência, pois assim ela sentirá que há uma porta aberta para ela rumo ao conhecimento e o seu crescimento intelectual. Na observação do desenvolvimento da criança é muito importante a cooperação da família, não se deve deixar as crianças somente aos cuidados da escola, vale a pena ressaltar que muitos casos pode ser ate hereditário e outro pelo convívio que a criança tem. A criança não é um produto determinado por falas e condenações, os pais devem auxiliá-las, mas não pressioná-las. Entende-se que a aprendizagem e a construção do conhecimento são processos naturais e espontâneos do ser humano e a aprendizagem escolar é considerada um processo natural.





REFERÊNCIAS

DUBOIS, Jean et Alii. (1995), Dicionário de lingüística, SP: Cultrix.

CONDEMARIN, Mabel, BLONQUIST, Marlys. (1989). Dislexia, manual de leitura corretiva, 3ª ed. Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas.
Disponível em: http//pt.wikpedia.org/wiki/dislalia. Acessado em 01/08/2008

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